terça-feira, 21 de novembro de 2017

Este ano é mais fácil escolher que cabaz oferecer!

Quando chega a época do ano em que temos de pensar em que presentes oferecer, a tarefa pode ser árdua. A algum familiar mais distante, ao sogro, aquele amigo do marido, ou até mesmo algum colega de trabalho, não é fácil a decisão de escolha, e falo mais especificamente no sexo masculino, pois pessoalmente sempre tive dificuldade em saber o que dar a homens. São mais exigentes na minha visão, ou pelo menos não expressam muito os seus gostos. Claro que existem excepções à regra, mas eu falo da minha experiência no geral. 
E nada melhor do que cabazes. Se sabemos que gostam de um bom vinho, um enchido tradicional, algum produto especifico, os cabazes são sem sombra de dúvida a melhor opção. 

Além do mais, e não só falando do que oferecer a "Ele", nada mais perfeito do que oferecer um cabaz bem recheado que preencha a necessidade de toda a família.  

E o Continente este ano lançou um conjunto de cabazes de Natal com nomes de Reis de Portugal. Sem dúvida bem criativo e original. Os preços variam entre os 8,00€ e os 400,00€. São 32 cabazes distintos com produtos de excelência e qualidade, para todos os gostos e carteiras. Campanha disponível até dia 14 de dezembro! E se vocês se estão a perguntar, o cabaz de 400,00€ é do D. Afonso Henriques. Imagem lá porquê...que maravilha de produtos!

Em baixo coloco os cabazes, para que possam ver o que mais vos agrada. Ao clicarem em cada imagem correspondente ao cabaz que vos despertou curiosidade, serão levados directamente ao site do Continente, onde poderão ler toda a informação relevante. Tal como o preço, produtos que o compõem, até mesmo a informação nutricional de cada produto do cabaz, o que achei incrível.

domingo, 19 de novembro de 2017

The Handmaid's Tale - opinião

Porque nem só de comida vive o homem, este é também um blog de coisas minhas, o que gosto, o que faço...como tal não podia deixar de partilhar a minha opinião sobre esta serie que vi em dois dias. 10 episódios devorados quase de uma só vez. Resta agora esperar pela sequela, e esperar que seja igualmente fantástica. 



The Handmaid's Tale. Foi baseado no romance de Margaret Atwood (agora com 77 anos), escrito em 1985, e que tem o mesmo nome da série. É uma literatura baseada numa antiutopia. Depois de ter assistido à série, imagino o quão fantástico deve ser o livro, e a vontade que ficou de também devorar cada página.

Na realidade, por muito que seja ficção, não consigo ver muita diferença do que a história recente nos conta em relação ao fanatismo religioso, e a pouca importância da mulher no Mundo. Profundamente chocante e um embate com a realidade não tão distante. 

Não passa em nenhum canal televisivo, mas sim num serviço de streaming, o Hulu, e conseguiu arrecadar dos mais importantes e desejados prémios dos Emmy Melhor série dramática, melhor atriz de série dramática, melhor atriz secundária de série dramática, melhor atriz convidada em série dramática, melhor guião em série dramática e melhor realização de série dramática.

A série desenrola-se nos Estados Unidos. No momento em que o presidente é assassinado por consequência de um atentado terrorista, o país passa a ser uma república denominada de Gilead. Torna-se num regime totalitário, regido por leis totalmente castradoras, criadas por líderes conservadores e fanáticos pela religião. As leis são mesmo concebidas seguindo o Antigo Testamento. As mulheres perderam todos os direitos, e as minorias são colocadas também de lado e alvo de violência atroz, sendo que muitas vezes a morte é a punição ao mínimo "deslize". 
A serie gira à volta da June. Uma jovem de 30 anos que se vê presa numa colónia juntamente com um grupo de mulheres. São ensinadas a ser obedientes e seguir toda uma panóplia de regras. Como diz o nome, Handmaid, são de facto aias, mas não são umas quaisquer. O papel delas, é único e exclusivamente o de serem barrigas de aluguer. Procriar. 

Soube da série por uma opinião num video, e o que disseram faz todo o sentido. É também o que eu pessoalmente penso. Ou se vê o primeiro episódio e desiste-se, ou assiste-se, um após o outro.
Aconselho muito. Tem interpretações brilhantes, pode parecer confuso mas ao longo de cada episódio vão aparecendo flashbacks onde a história e o fio condutor se desenrola. Começa a fazer sentido, pois a cada episódio é revelado um pormenor. 

É uma serie desconcertante e impactante. Não é fácil de se ver. Um murro no estômago.

Fica o trailer para vos aguçar a curiosidade! :)